segunda-feira, 4 de janeiro de 2016


Você é ELO ou BARREIRA entre as CRIANÇAS e JESUS?
Jesus valorizava tanto as crianças que afirmou que seria melhor morrer do que fazer tropeçar uma criança (Mc 9:42). Os discípulos as impediam de chegar a Jesus, ou seja, os discípulos não tinham a mesma visão de Jesus acerca do valor das crianças, eles manifestavam uma atitude egoísta e carnal e se incomodavam com a presença delas. Por outro lado, Jesus teve uma atitude generosa e sublime. Na verdade, Jesus percebeu a indiferença dos discípulos em relação às crianças e ficou indignado e os repreendeu, dizendo: “deixai vir os pequeninos a mim e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus". Poucas vezes vemos Jesus indignado, mas naquela ocasião, Ele não se conformou com a ignorância dos discípulos em relação aos pequenos. Que diferença, os discípulos queriam mandar as crianças embora. Jesus as acolheu com amor! Que lição extraordinária. Por que Jesus valorizava as crianças? 1) As crianças têm especial sensibilidade espiritual. Jesus disse: Das tais é o Reino dos Céus. Elas tem um coração aberto para receber a PALAVRA DE DEUS. 2) As crianças são exemplos para nós imitarmos. Elas têm Fé em Deus. São autênticas. Confiam. Seja ELO entre as CRIANÇAS e JESUS, levando crianças a Jesus. “Não as impeçais..." - É ordem. É mandamento de Jesus. Ninguém tem o direito de impedir as crianças de chegarem perto de Jesus. Os pais que não valorizam a vida espiritual de seus filhos, que não os conduzem à igreja, que não fazem o Culto Doméstico, que não incentivam os filhos a ler a Bíblia; os pais que preferem ver seus filhos na praia, no shopping, no cinema, ou diante da TV, do vídeo game, e da Internet, que tem muitas cenas de sexo, de violência, de satanismo, estão fazendo pior do que os discípulos. Não só estão os afastando de Deus, mas estão os deixando entregues nas mãos de Satanás. Não é errado o lazer sadio, muito pelo contrário, é necessário, mas é errado não estimular e não dar exemplo de fé aos filhos pequenos. "Das tais é o Reino de Deus". É uma afirmação do mais alto sentido. As crianças pequenas, antes que façam uso da razão, sabendo discernir entre o certo e o errado, em sua fase de inocência, são consideradas dignas do Reino de Deus, da salvação. “Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele”. Jesus valorizou a fé infantil, tomando-a como referência. Ninguém poderá entrar no Reino de Deus (nos céus), se não tiver a fé semelhante a de uma criança, ou seja, ter simplicidade, ausência de maldade no coração. Isso é próprio da criança. Apresente Jesus às crianças que vivem em sua casa e em sua volta. Apoie ministérios que têm como missão conduzir crianças a Jesus!

Renúncias ... “Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido” (Tg. 1.14) Leitura Bíblica - João 8:1-11 “Jesus, porém, foi para o Monte das Oliveiras. E pela manhã cedo tornou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava. E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando. E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra. Quando ouviram isto, redarguidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio. E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.” Renúncia parece nome de romance ou de novela, mas às vezes faz parte da nossa realidade e então é dura. Renunciar a alguma coisa da qual esperamos a felicidade é muito difícil. Renunciar à tentação, àquilo que sabemos ir de encontro ao que Deus quer de nós, é custoso. Dói ainda mais quando observamos o versículo em destaque acima (Tg 1.14). Então parece que cai a ficha: somos maus mesmo! Somos pecadores. Temos desejos escusos, vontades profanas, pensamentos odiosos com relação a muitas coisas e a inúmeras situações. Aquela mulher adúltera de que lemos no texto acima (João 8.11-11) teve de renunciar àquilo que lhe agradava por querer ter paz com Deus, o que pode ter sido muito difícil, mas note a graça de Deus e o amor de Jesus por ela. Somente quem também já passou por uma situação de renúncia por amor a Jesus pode avaliar o quanto isso é difícil. Julgar quem pecou ou quem está tentado é demasiadamente fácil e está sempre à mão. Basta apenas olhar e já emitimos um juízo saído de dentro dos melhores valores que imaginamos cultivar. Sentimo-nos orgulhoso por sermos possuidores da verdade. Jesus, porém, foi paciente com aqueles que viviam junto dele e tem o mesmo procedimento conosco ainda hoje. Ele compreende nossos muitos pedidos de perdão, misericórdia e graça. Compreende como é difícil renunciar. Saber disso é reconfortante. Não poder avaliar a dimensão desse amor por nós, mas comprová-lo em nosso dia a dia tem um quê de sobrenaturalidade. Não sei qual a luta que você enfrenta hoje, qual a renúncia que talvez seja imprescindível colocar em prática – possivelmente enorme – mas Jesus está nela com você. Ele certamente vai lhe dar forças para você confiar em que, colocando-a aos pés dele, esta será a melhor escolha. Jesus está nessa guerra com você. Ele quem dá vitória a seu povo. Quem renuncia a algo por amor a Jesus nunca sai perdendo.

“E ao que vencer e fizer a minha vontade até o fim, darei autoridade sobre as nações ... também lhe darei a estrela da manhã” (Ap 2: 26, 28b) Interessante observarmos que a vitória nesta “competição espiritual” é para todos aqueles que fizerem a vontade de Deus até o fim. Ao contrário da nossa sociedade, que só rende glórias ao melhor, Deus recompensa e aprova aquele que não desiste no meio do caminho, mesmo que em alguns momentos, durante a caminhada, o ritmo diminua, tendo em vista as circunstâncias duras demais. Para Deus, um campeão é aquele que nunca desiste da caminhada. O campeão é aquele que se supera a si mesmo, o que tem diante dos seus olhos é maior do que ele mesmo. Ainda que esteja cansado, enxerga com os olhos da fé. Vejamos o que diz a Bíblia: “Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos” (Hebreus 12:1-3) “Portanto, tornai a levantar as mãos cansadas, e os joelhos desconjuntados, E fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que manqueja não se desvie inteiramente, antes seja sarado.” (Hebreus 12:12-13) Por isso, não desista, mesmo que a situação seja difícil. Não pare, siga em frente, pois em Jesus você é mais que vencedor: “Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” (Romanos 8:37) Sabemos que a nossa luta não é fácil. Jesus nunca prometeu que a jornada do cristão seria um seria um mar-de-rosas, muito pelo contrário, ele disse: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16:33) O prêmio da “competição espiritual” é tão maravilhoso que qualquer esforço nosso se tornará minúsculo frente a maravilha da coroa da vida. “Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (I Coríntios 15:57-58) Na vida cristã vence quem olha apenas para o alvo – JESUS! Que o Espírito Santo nos guie e nos ajude! Miss. Valéria Sponhardi

segunda-feira, 28 de outubro de 2013


Contamos a história de Amy – Paixão pela vida missionária – na EBF – Escola Bíblica de Férias da AD Taboão em julho de 2013.
Esta é uma história verídica de uma menina chamada Amy Carmichael que queria ter os olhos azuis. Ela é a autora do texto “Olhos azuis”
“Olhos azuis”
Como Deus responde às orações! Amy Carmichael era uma linda menina irlandesa de três aninhos de idade. Sua família era cristã. Eles iam todos os domingos à igreja e realizavam o culto doméstico… Amy era muito feliz! Ela amava sua família e admirava os olhos azuis de seu pai, sua mãe e seus irmãos… Todos na casa de Amy tinham olhos azuis… Todos… Menos… Amy! O sonho de Amy era ter olhos azuis como o mar. Ah! Como Amy desejava isso! Um dia, na escola dominical, ouviu a professora dizer: “Deus responde a todas as orações! Amy passou o dia todo pensando nisso… À noite, na hora de dormir, ajoelhou ao lado da sua cama e orou: Papai do Céu, muito obrigada porque você criou o mar que é tão bonito! Muito obrigada pela minha família. Muito obrigada pela minha vida! Gosto muito de todas as coisas que você fez e faz! Mas, gostaria de pedir, por favor, quando eu acordar amanhã, quero ter olhos azuis como os da mamãe! Em nome de Jesus, amém. Ela teve fé. A fé pura e verdadeira de uma criança. E, ao acordar, no dia seguinte, correu para o espelho. Olhou… E qual era a cor de seus olhos?… Continuavam Castanhos! Por que Deus não ouviu Amy? Por que não atendeu a seu pedido? Bem naquele dia, Amy aprendeu que um NÃO também era resposta! Anos depois, Amy foi ser missionária na Índia. Ela “comprava crianças para Deus” (as crianças eram vendidas por suas famílias – que passavam fome – para serem sacrificadas no templo, e Amy as “comprava” para libertá-las desse sacrifício). Mas, para poder entrar nos “templos” da Índia, sem ser reconhecida como estrangeira, precisou se disfarçar de indiana: Passou pó de café na pele, cobriu os cabelos, se vestiu como as mulheres do local, e entrava livremente nos locais de venda de crianças. Amy podia caminhar tranquila em todo “mercado infantil”, pois aparentava ser uma indiana. Um dia, uma amiga missionária olhou para ela disfarçada e disse: Puxa Amy! Você já pensou como você faria para se disfarçar se tivesse olhos claros como os de todos da sua família? Que Deus inteligente nós servimos… Ele lhe deu olhos bem escuros, pois sabia que isso seria essencial para a missão que lhe confiaria depois! Essa amiga não sabia o quanto Amy havia chorado na infância por não ter olhos azuis. Mas Amy pôde, enfim, entender o porquê daquele “não de Deus há tantos anos! Amy entendeu também que Deus pode responder uma oração de três formas, Ele pode dizer sim, não ou espere um pouco. Quando era pequena, Amy entendeu como um “não”, seu pedido para ter olhos azuis, mas Deus sabia o quanto ela seria útil na Índia, e como ter olhos castanhos seria importante para que isto pudesse dar certo. Lucas capítulo onze dos versos nove ao onze diz: “ E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; Porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á. E qual o pai de entre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? “ Este texto é proferido após os discípulos pedirem a Jesus que os ensine a orar. Após ensinar a oração do Pai nosso, Jesus os ensina sobre como pedir. Tenho certeza que, para muitos de vocês, é um absurdo uma menina pedir para Deus trocar a cor de seus olhos, mas para mim é apenas um pedido. Me diga o que é mais fácil para DEUS: trocar a cor dos olhos de uma menina ou fazer um pai e uma mãe voltarem a se falar depois de uma briga? Como a Bíblia nos ensina em Lucas capítulo 1 verso 37, para nosso Deus nada é impossível. Quanto tempo você vem dedicando para oração na sua vida? Você vem depositando sobre Ele sua inquietações e sua ansiedade? Lembre-se da história de Amy. Não importa o pedido, nosso Deus sempre responde. Biografia de Amy Amy Carmichael nasceu numa pequena vila na Irlanda do Norte. Era a mais velha dos sete filhos de David e Catherine Carmichael, um casal de presbiterianos devotos. Era uma candidata improvável para o trabalho missionário, pois sofria de neuralgia, uma doença dos nervos que lhe tornava o corpo fraco, dorido e que a deixava de cama semanas a fio. Foi na convenção de Keswick em 1887 que ouviu Hudson Taylor falar acerca da vida missionária. Pouco depois se convenceu do seu chamamento. Segundo um relato biográfico dos seus primeiros anos de vida, Amy desejava ter olhos azuis em vez de castanhos. Ela pedia a Deus que lhe mudasse a cor dos olhos e ficava desapontada por isso nunca acontecer. Contudo, em adulta, Amy compreendeu que, como os indianos têm os olhos castanhos, ela iria ser aceite mais facilmente do que se tivesse olhos azuis e aceitou isto como um sinal de Deus. Inicialmente Amy viajou para o Japão durante 15 meses, mas mais tarde, descobriu que a vocação da sua vida estava na Índia. Ela foi comissionada pela “Missão Zenana da Igreja de Inglaterra". Muito do seu trabalho foi com raparigas jovens, algumas das quais foram salvas da prostituição forçada. A organização por ela fundada era conhecida por “Dohnavur Fellowship”. Dohnavur fica situada em Tamil Nadu, a sul da Índia. A “Fellowship” iria tornar-se um santuário para mais de mil crianças que de outra forma teriam de enfrentar um futuro incerto. Num esforço para respeitar aquela cultura asiática, membros da organização usavam trajes indianos e as crianças foram-lhes dados nomes nativos. Ela própria vestia-se dessa forma, pintava a pele com café e frequentemente viajava longas distâncias nas quentes e poeirentas estradas Índia só para salvar uma criança. O trabalho de Amy Carmichael também se estendeu à imprensa. Ela foi uma escritora prolífera com 35 livros publicados. O mais conhecido é talvez um dos primeiros relatos históricos sobre a missão na Índia publicado em 1903. Em 1931, Amy ficou gravemente ferida numa queda que a deixou de cama até morrer. Amy Carmichael morreu na Índia em 1951 com 83 anos de idade. Ela pediu para não porém nenhuma pedra tumular na sua campa; em vez disso as crianças que ela tanto amava puseram algo com a inscrição “Amma”, que significa mãe em Tamil, um dialecto indiano. Enquanto servia na Índia Amy recebeu uma carta de uma jovem que queria ser missionária e que perguntava como era exercer essa função. Amy respondeu: “A vida missionária é simplesmente uma forma de morrer”. “Podes dar sem amar, mas não podes amar sem dar.” Amy Carmichael Fonte: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/2412885

Halloween - deve um cristão comemorar?


Hoje em dia, ouvimos com frequência a frase "não tem nada a ver", mas é muito importante observarmos que a mídia é uma grande influência na formação da nossa personalidade, principalmente a TV. Por isso, precisamos ensinar a criança a ter senso crítico e não acreditar em tudo. E para isso, é preciso pesquisar, estudar, meditar na Palavra de Deus e orar. A maioria das pessoas considera o Halloween como uma festa inofensiva para os seus filhos, que lhes permite ter uma noite de “fantasia e diversão” e muitas vezes, incentivam seus filhos e colocam roupas de fantasmas, “bruxinhas”, em comemoração a este dia. Mas será que este padrão é válido para os cristãos? Vestir-se como fantasmas, demônios e bruxas “não é grande coisa”? Ou fazer isto é estar glorificando e dando poderes a Satanás? Gostaria de refletir com você, caro(a) leitor(a), um pouco sobre a origem e o atual halloween, para que possamos tirar as nossas conclusões. O halloween nem sempre teve este nome. A origem dessa festa vem de séculos antes de Cristo. Tudo começou com os povos Celtas e os sacerdotes Druidas, que viviam nas Ilhas Britânicas. Naquele tempo, no calendário deles, o dia 31 de outubro era uma data muito importante, marcava o final do verão e também o início do ano novo. Eles acreditavam que neste dia, os espíritos das pessoas que morreram naquele ano, voltariam a seus lares procurando abrigo e provisão, pois o inverno começaria e com ele o reinado do "príncipe das trevas". Com medo de que os mortos viessem possuir seus corpos, as pessoas se vestiam com roupas e máscaras assustadoras, esculpiam caras muito feias em nabos, acendiam velas e saíam pelas ruas fazendo bastante barulho, pois acreditavam que assim espantariam os espíritos. Um dos nomes desta festa era "samhain", que quer dizer "o senhor dos mortos", "o príncipe das trevas". Os druidas eram sacerdotes que cultuavam a natureza, praticavam magias, adivinhações e na noite da festa ofereciam sacrifícios aos seus deuses, principalmente ao deus da morte, para receber em troca, adivinhações sobre o futuro, saúde e prosperidade; os sacrifícios variavam de vegetais a seres humanos. Neste dia, os druidas, saíam de casa em casa pedindo comida, quem se recusasse, era amaldiçoado e atormentado através das magias. Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrada com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo. Vejamos o que diz a Palavra de Deus a respeito disso: Hebreus 9:27 "Cada pessoa tem de morrer uma só vez e depois ser julgada por Deus." Então, não é possível fazer festa para pessoas mortas. A única pessoa que ressuscitou entre os mortos e vive é JESUS! Ele venceu a morte e a dor, e hoje vive ao lado de Deus. Aleluia! Isso quer dizer que não precisamos ter medo de que os mortos voltem, pois a Palavra de Deus nos garante que eles não podem voltar! Se a festa era para cultuar "o senhor dos mortos, o príncipe das trevas", está claro que esta festa não agradava a Deus, pois DEUS é o único que é digno de ser adorado. O príncipe das trevas, nós sabemos que é o próprio diabo: "Fiquem sabendo agora e nunca esqueçam disto: somente o eterno é Deus lá em cima no céu e aqui embaixo na terra. Não há outro deus" (Deuteronômio 4:39) Praticar magias e adivinhações, fazer sacrifícios, assustar as pessoas, dentre outros pecados, nos afasta de Deus. A Bíblia, o livro escrito por homens inspirados por Deus, condena a feitiçaria: “Ficam fora os cães, os que praticam feitiçaria, os que cometem imoralidades sexuais, os assassinos, os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira” (Apocalipse 22.15) “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus” (Gálatas 5:19-21) “Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte” (Apocalipse 21:8) Os costumes ligados ao Halloween estão comumente ligados a uma festa celebrada pelos sacerdotes druidas, das tribos Celticas que ocuparam o norte e oeste da Europa. Esta festa, que remonta muitos séculos antes de Cristo, começou em 31 de outubro de cada ano e foi chamada de festival de “Samhain”, o senhor da morte, que passou a ser chamado de halloween ou, como chamamos, o "dia das Bruxas". A festa do "Samhain" sofreu transformações ao longo do tempo, um dos motivos foi o fato dos Romanos terem conquistado grande parte do território Celta. Os Romanos comemoravam o festival da colheita e cultuavam a deusa Pamona, a deusa das frutas. Assim, a festa dos Celtas adquiriu características da festa dos Romanos. Houve uma "mistura" desses costumes que resultou numa festa "comemorativa". O tempo foi passando e Deus cumpriu sua promessa de enviar o Salvador. Jesus veio ao mundo e pregou o evangelho do Reino, as boas novas. Ele foi crucificado por amor a cada um de nós, mas venceu a morte e ressuscitou. Ele está vivo! Em 1848, houve grande fome na Irlanda, então os irlandeses foram morar na América do Norte e levaram para lá o costume dos Celtas de comemorar o "Samhain". Os cristãos da América acabaram se envolvendo com esta festividade. A prática de magias e bruxarias foi renascendo e as pessoas acreditavam que as bruxas viajavam em vassouras para adorar a satanás no dia 31 de outubro. Desde a sua colonização, a América do Norte declarou que respeitaria todas as crenças religiosas e por causa disso, as portas foram abertas para uma infinidade de seitas e religiões que não louvam a Deus, como o satanismo, por exemplo. Na tentativa de acabar com os festivais e rituais de magias e sacrifícios, a igreja católica designou o dia 1º de novembro como o "dia de todos os santos". Assim surgiu o "all hollows", que quer dizer, todos os santos. Acrescentando a abreviatura "evening", que significa anoitecer - a festa passou a ser conhecida popularmente como Halloween. As pessoas acreditavam que na véspera do "dia de todos os santos" os espíritos maus ficavam furiosos com a festa da igreja de Roma e vinham zombar da celebração, então eles pregavam peças e assustavam os humanos. É aí que entram as bruxas, feiticeiras, duendes, gnomos e as fadas. E como no ritual do "Samhain" as pessoas saíam às ruas vestindo fantasias, como os Celtas, acreditando que espantariam as bruxas e espíritos maus. Substituíram o nabo por abóbora, que era encontrada com mais facilidade nos EUA. A comemoração do Halloween no Brasil é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana. Esta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros, abóboras e até personagens como Drácula e Frankestein. “The Jack o Lantern” (A Lanterna de Jack) Esse é o nome daquela abóbora (jerimum, no Norte e Nordeste) esculpida com uma face demoníaca e iluminada por dentro. Conta-se uma história de que Jack era um irlandês, todo errado, que gostava de aprontar com todo mundo e chegou a enganar até o próprio Satanás. Quando Jack morreu, não foi permitida sua entrada no céu, nem no inferno. Satanás jogou para ele uma vela para iluminar seu caminho pela terra. Jack acendeu a vela e a colocou dentro de um nabo, fazendo uma lanterna para si. Quando os irlandeses chegaram aos Estados Unidos, encontraram uma carência de nabos e uma abundância de abóboras. Para manter a tradição durante o Halloween, passaram a utilizar abóboras no lugar de nabos. “Trick or Treat” (Travessura ou Trato). As bruxas Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno. A crença das bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores. Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos. O gato preto O gato preto é constantemente associado às bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os espíritos dos mortos. Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos. A Bíblia diz: "O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento." (Oséias 4.6) Atualmente o Halloween é uma das festas mais comemoradas dos EUA. A tradição virou brincadeira e está se expandindo por outros países. A festa tem conotação de alegria, pois as pessoas usam máscaras e fantasias de bruxas, Conde Drácula, Frankstein, fantasmas, diabos etc. As crianças saem à noite pelas ruas carregando lanternas feitas de abóbora, batendo de porta em porta, pedindo guloseimas ou prendas - "trick or treat", que traduzido quer dizer, "doces ou travessuras". A brincadeira tem traços da festa dos Celtas, quando saíam pelas casas pedindo comidas. Os druidas amaldiçoavam as pessoas que não contribuíam, hoje, as crianças fazem travessuras como sujar as casas, jogar ovos, retirar as trancas dos portões etc. É um dia em que elas têm permissão para fazer traquinagens. As criancinhas simbolizavam os espíritos dos mortos que supostamente vagueavam naquela noite procurando realizar maldades (travessuras) ou em busca de bom acolhimento (bons tratos). Os celtas deixavam comidas do lado de fora das casas para agradar os espíritos que passavam. Ao recebermos aquelas criancinhas ingênuas nas nossas casas, estávamos simbolicamente realizando negociatas com principados e potestades do mundo tenebroso, da mesma forma que os celtas faziam na Antiguidade. "Trick or treat" - desperta o que existe de pior dentro de cada adolescente. É o avesso das relações sociais equilibradas! É a fusão com a distorção de valores do mundo cão, onde seus participantes tornam-se vítimas espiritualmente impotentes! Que possamos orar e buscar em Deus o significado das coisas. Não vamos sair por aí comemorando qualquer coisa. O profeta Isaías nos adverte: “Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos? A lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles. Isaías 8:19-20 Estamos vivendo tempos difíceis e que Satanás, se transforma em anjo de luz para seduzir a todos, especialmente os cristãos. Fiquemos firmados na palavra e não cedamos a qualquer tipo de perversão coletiva. Querido(a) leitor(a), a opção é sua: consultar aqueles que tagarelam e consultam mortos e adivinhos ou confiar no que diz a Lei do Senhor. A Bíblia é clara na opção que devemos seguir: “Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o SENHOR, teu Deus” (Deuteronômio 18.10-13). Estamos vivendo em tempos de perversão coletiva, onde a face enganosa de Satanás se manifesta algumas vezes de forma descarada, QUE EM NOME DE QUE TUDO NÃO PASSA DE UMA BRINCADEIRA, ESTÃO SEDUZINDO OS NOSSOS FILHOS, ATRAVÉS DE MENTES DEMONIZADASe, muitas vezes, sutilmente e camuflada por trás de um ingênuo “Happy Halloween!”. Que Deus nos livre do mal. Amém. Miss. Valéria Sponhardi Coordenadora do Depto Infantil - AD Taboão

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A criança e a responsabilidade dos pais
“Nossos filhos poderão não entender o que falamos, mas certamente aprenderão a fazer o que fazemos” É de responsabilidade dos pais ensinar a criança a ter compromisso espiritual. A Bíblia diz em Provérbios 22:6 diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar e, ainda quando for velho, não se desviará dele”. Este versículo é muito forte. O problema é que muitas vezes, os próprios pais andam por outros caminhos e não ensinam os filhos “no” caminho em que devem andar, mas ensinam “o” caminho em que devem andar. O exemplo dos pais é o mais importante na educação dos filhos. A influência espiritual dos pais é fundamental para levar os filhos a Cristo, pelo exemplo de fé e obediência a Deus. (1 Co 7.14) . A criança necessita de adultos responsáveis que mantenham; a ingenuidade de ser criança, a simplicidade do ser humano e a inocência da vida. O jovem Timóteo, discípulo de Paulo, que era um seguidor autêntico de Jesus, aprendeu da avó Loide e da mãe Eunice, as coisas da fé (2 Tm. 1.5; 3.14-15) . Precisamos formar homens e mulheres como Timóteo. Os pais são os primeiros educadores na vida dos filhos. Com os pais, os filhos aprendem a falar, a viver com limites, a respeitar e serem respeitados, a amar a Deus acima de todas as coisas, a ter um coração grato, a amar ao próximo, a ler a Bíblia, a orar e a obedecer. O exemplo dos pais é fundamental para motivar as crianças a permanecerem na igreja e nos caminhos de Deus. Os pais tem a responsabilidade de transmitir valores e conceitos verdadeiros a seus filhos, despertando o amor da criança. Atitudes simples, tais como: almoçar juntos, ir à casa dos avós ou visitar um amigo enfermo, são pequenos gestos de hospitalidade e amor. Mesmo quando a criança não demonstra interesse de ir à Igreja, os pais devem incentivá-las e levá-las, pois há muitas coisas que não fazemos, que não gostamos de fazer, mas é uma necessidade, como por exemplo ir à Escola quando não estamos com vontade. Assim, devemos demonstrar aos nossos filhos a importância de participarmos ativamente dos trabalhos da igreja. Tudo isso começa em casa. Na igreja deve haver uma continuidade dos ensinamentos e das atitudes aprendidas com os pais. Além disso, as crianças devem participar das atividades da igreja que são direcionadas às crianças, tais como: ensaios do grupo de louvor infantil, Escola Bíblica Dominical, Culto de Adoração e louvor, Evangelismos Infantil, Escola Bíblica de Férias, passeios, acampamentos. No Antigo Testamento, os pais tinham a obrigação de ensinar a Palavra de Deus aos filhos em casa: "Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te.” Deuteronômio 6.6-7. Antes de cobrar dos filhos, os pais devem cobrar de si mesmos. Será que as crianças de nossa Igreja estão vendo seus pais pararem para ler a Bíblia e orar em casa? Os pais devem fazer o mesmo, devem ler a Bíblia com os seus filhos e orar com eles. Devem também procurar qual a lição da classe da Escola Dominical e ajudá-los na compreensão da lição. Nunca me esqueço de quando era criança, com os meus sete anos de idade, juntamente com o meu irmão Rogerio (hoje é pastor em uma de nossas congregações), sentávamos na cama, geralmente no sábado à noite, e meu pai fazia a leitura da lição da Escola Dominical e depois a explicava. No domingo pela manhã, quando estávamos na sala de aula com as nossas queridas professoras Isauri e Zélia, eu ficava maravilhada quando ela contava a história bíblica e fazia as perguntas e eu, prontamente, respondia. A criança pode ser muito abençoada na Igreja, se a Igreja da criança começar a existir na sua própria casa. Quero desafiar os pais a passarem para seus filhos um verdadeiro exemplo de vida cristã que possa influenciar seus comportamentos. “Os ensinamentos levarão a criança a adquirir sensibilidade espiritual para que seja dirigida e guiada pelo Espírito Santo em todos os seus projetos” Miss. Valéria Sponhardi Diretora de Comunicação Coordenadora do Depto Infantil AD TABOÃO e-mail: valeriaadtaboao@gmail.com Site: www.adtaboao.com.br
A criança, a Infância e a Igreja 1) A infância “Temos por certo que aquilo que for alcançado enquanto a criança estiver em formação, isto é, na infância, jamais será esquecido, principalmente se o ensino descer ao coração” Pr. José Altair Freitas Barroso Infância é um período que vai desde o nascimento até, aproximadamente aos 12 anos, quando se inicia a adolescência. Nesta fase, a percepção do mundo dá-se a partir do olhar, tocar, saborear, agir e sentir. Viver a infância é correr, pular, gritar, cantar, não se cansar de ser criança. Tudo começa na infância, a criança pequena é como uma esponja, pois absorve tudo que lhe é ensinado. O que ela aprende nesta fase, vai levar para o resto da vida. Se a criança desde pequena conviver com os ensinamentos da Palavra de Deus, certamente estes ensinamentos serão mais eficazes. A Bíblia diz em Provérbios 22:6 diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar e, ainda quando for velho, não se desviará dele”. Na infância, a criança para ser completamente criança, ela precisa: brincar com outras crianças, assistir menos televisão, ouvir histórias que estimulem a imaginação, ser alfabetizada, conviver com a família, viver em harmonia, saber seus direitos e deveres. É preciso que o lúdico faça parte da infância da criança. Não podemos ver a criança como “adultos em miniatura”. Devemos respeitá-las, amá-las e para conquistá-las precisamos nos tornar como crianças, ou seja, pular, gritar, dançar, fazer coisas engraçadas, falar como crianças para que entremos no seu mundo e depois de conquistá-las, tudo o que ensinarmos facilmente atingirá o seu entendimento. Desta forma, o aprendizado terá êxito. Por isso que, em trabalhos com as crianças, precisamos decorar o ambiente de forma bem alegre e infantil, usamos e abusamos das pinturas e artes, cantamos e dançamos músicas bem alegres e, depois, ensinamos a Palavra de Deus, que, certamente, ficará plantada no coraçãozinho de cada uma delas. Ao final, não podemos nos esquecer de oferecer um lanchinho e um docinho. 2) A responsabilidade da Igreja Investir na criança pode gerar salvação, uma vida com temor a Deus. Isto é Cristianismo. A Igreja tem um papel importante na vida da criança, pois funciona como suporte na educação, devendo ter um departamento infantil bem desenvolvido e direcionado para todas as idades, tais como grupo de coreografia, Escola Bíblica Dominical, Escola Bíblica de Férias, grupo de louvor infantil, aula de música, passeios, retiros, apresentações em datas comemorativas, a saber: páscoa, dia da mulher, dia das mães, dia da vovó, dia dos pais, dia da criança, aniversário do Pastor e da Pastora, Natal, etc. O Departamento Infantil da Igreja precisa ser criativo e contextualizado para atrair as crianças. A igreja deve investir no Departamento Infantil, preparando professores, investindo em cursos especializados para evangelização infantil, bem como em recursos visuais, brinquedos e materiais escolares: Lápis de cor, giz de cera, massinhas, pintura a dedo, Desenhos para pintar. Podemos observar na Bíblia, que Jesus amava e valorizava as crianças, nunca pediu para que elas fossem retiradas da sua presença (Marcos 10:13-16), muito pelo contrário, ele disse: “Deixai vir as crianças a mim, e não as impeçais; porque das tais é o reino de Deus”. (Marcos 10:13) Amar e investir nas crianças - uma questão de Cristianismo. Que Deus nos ajude e nos dê sabedoria para conquistá-las e desenvolver nelas o AMOR DE DEUS. “Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança.” Anônimo Pense nisto e invista você também nas crianças!!! Miss. Valéria Sponhardi Diretora de Comunicação Coodenadora do Depto Infantil AD TABOÃO e-mail: valeriaadtaboao@gmail.com